• Segurança no trabalho remoto

Como fortalecer a segurança de endpoints em equipes distribuídas

  • Felix Rose-Collins
  • 7 min read

Introdução

À medida que as empresas adotam cada vez mais ambientes de equipes distribuídas, a abordagem tradicional à segurança de terminais está sendo posta à prova. O aumento da força de trabalho remota, a adoção da nuvem e o uso de dispositivos móveis expandiram a superfície de ataque, tornando os terminais mais vulneráveis a ameaças cibernéticas sofisticadas. As organizações devem, portanto, repensar suas estratégias de segurança para enfrentar esses desafios em evolução de maneira eficaz.

Em 2023, 68% das organizações relataram um aumento nos incidentes de segurança cibernética relacionados a configurações de trabalho remoto, destacando a necessidade urgente de uma proteção robusta de terminais adaptada a equipes distribuídas. Esse aumento reflete as complexidades de proteger uma força de trabalho que não está mais confinada a um escritório centralizado, mas espalhada por diversas localizações geográficas, cada uma com níveis variados de segurança de rede e higiene de dispositivos.

A complexidade de gerenciar vários dispositivos em vários locais exige uma abordagem estratégica que vai além do software antivírus e dos firewalls convencionais. Os modelos de segurança tradicionais geralmente dependem de defesas de perímetro, mas em ambientes distribuídos, os limites são difusos e os próprios terminais se tornam o novo perímetro. Essa mudança exige uma postura de segurança holística que integre tecnologias avançadas, aplicação de políticas e monitoramento contínuo.

Como dar suporte a equipes distribuídas

A integração de serviços especializados, como o suporte informático de primeira linha da Mandry, pode aumentar significativamente a resiliência das redes distribuídas. Essas parcerias trazem conhecimento especializado e soluções personalizadas que se alinham às necessidades exclusivas dos modelos de trabalho remoto e híbrido, garantindo proteção abrangente sem comprometer a produtividade. Esses especialistas geralmente fornecem detecção e resposta gerenciadas (MDR), avaliações de vulnerabilidade e recursos de resposta a incidentes que são essenciais para identificar e mitigar ameaças sofisticadas direcionadas a terminais distribuídos.

Além disso, os serviços especializados podem facilitar a implantação de plataformas de gerenciamento unificado de terminais (UEM), que consolidam o gerenciamento de dispositivos em todos os sistemas operacionais e tipos de dispositivos. Essa consolidação é essencial para manter políticas de segurança e padrões de conformidade consistentes em todo o ambiente distribuído. Ao aproveitar esses serviços especializados, as organizações podem preencher a lacuna entre os recursos tecnológicos e a execução operacional, um desafio que muitas equipes internas enfrentam devido a restrições de recursos ou falta de experiência.

Identificando e fechando lacunas estratégicas

Uma das lacunas mais significativas nas estruturas atuais de segurança de terminais é a falta de visibilidade e controle sobre os diversos dispositivos que acessam os recursos corporativos. Muitas organizações têm dificuldade em aplicar políticas de segurança consistentes em laptops, smartphones e dispositivos IoT usados por funcionários remotos. Essa inconsistência cria vulnerabilidades que os cibercriminosos podem explorar para obter acesso não autorizado.

A proliferação das políticas Bring Your Own Device (BYOD) complica ainda mais esse cenário. Os dispositivos pessoais geralmente não possuem controles de segurança de nível empresarial, tornando-os alvos principais para os invasores. Sem uma visibilidade abrangente desses endpoints, as organizações não podem avaliar os riscos de forma eficaz ou responder prontamente aos incidentes.

Além disso, o treinamento e a conscientização insuficientes dos funcionários exacerbam esses riscos. Um estudo recente descobriu que 91% dos ataques cibernéticos bem-sucedidos começam com um e-mail de phishing, muitas vezes visando funcionários remotos que podem não ter protocolos de segurança robustos em vigor. As campanhas de phishing evoluíram em sofisticação, usando táticas de engenharia social que exploram o isolamento e a distração comuns em ambientes de trabalho remoto.

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Para resolver essa lacuna, é necessária uma abordagem multifacetada que envolva tecnologia, educação e monitoramento contínuo. Programas automatizados de conscientização sobre segurança que se adaptam ao comportamento dos funcionários e fornecem feedback em tempo real podem reduzir significativamente a suscetibilidade ao phishing. Além disso, a implementação de ataques simulados de phishing ajuda a reforçar a eficácia do treinamento, expondo os usuários a cenários de ameaças realistas.

Para gerenciar esses desafios de maneira eficaz, muitas empresas recorrem a serviços especializados de suporte de TI que dependem da NexaGuard IT para implementar estratégias holísticas de suporte de TI. Aproveitar essa experiência ajuda na implantação de ferramentas avançadas de detecção e resposta de endpoint (EDR), automatizando o compartilhamento de inteligência de ameaças e promovendo uma cultura de segurança em primeiro lugar entre equipes distribuídas. Essas estratégias enfatizam a caça proativa a ameaças e a resposta rápida a incidentes, minimizando o tempo de permanência e os danos potenciais.

Além disso, a integração de soluções de gerenciamento de informações e eventos de segurança (SIEM) com plataformas de segurança de endpoint fornece visibilidade centralizada e recursos de correlação. Essa integração permite que as equipes de segurança detectem padrões indicativos de ataques coordenados ou ameaças internas, que são cada vez mais comuns em ambientes distribuídos.

O papel das tecnologias avançadas

As tecnologias emergentes desempenham um papel fundamental na redefinição das estratégias de segurança de endpoint. A inteligência artificial (IA) e o aprendizado de máquina (ML) permitem a detecção proativa de ameaças, analisando padrões e anomalias em tempo real. Esses recursos são cruciais para identificar ataques de dia zero e ameaças internas que as medidas de segurança tradicionais podem deixar passar.

A análise comportamental baseada em IA monitora as atividades dos usuários e dispositivos para estabelecer linhas de base e sinalizar desvios que podem indicar intenções maliciosas. Por exemplo, se o dispositivo de um funcionário remoto iniciar repentinamente grandes transferências de dados fora do horário normal, o sistema pode acionar alertas ou automatizar medidas de contenção.

Além disso, a arquitetura zero trust está ganhando força como um modelo robusto para ambientes distribuídos. Ao assumir que nenhum dispositivo ou usuário é inerentemente confiável, os controles zero trust impõem limitações de acesso rígidas e verificação contínua, minimizando o risco de movimentação lateral dentro das redes. Essa abordagem exige microsegmentação, acesso com privilégios mínimos e autenticação multifatorial como elementos fundamentais.

A adoção de soluções de segurança nativas da nuvem complementa os modelos zero trust, fornecendo escalabilidade e agilidade. As plataformas de proteção de endpoint fornecidas pela nuvem podem atualizar a inteligência contra ameaças dinamicamente e responder a ameaças emergentes mais rapidamente do que as ferramentas locais tradicionais.

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À medida que a segurança de endpoint evolui, é imperativo integrar essas tecnologias à infraestrutura existente. As organizações devem priorizar soluções que ofereçam escalabilidade e integração perfeita para acomodar a natureza dinâmica das equipes distribuídas. APIs abertas e interoperabilidade entre ferramentas permitem a orquestração, automação e resposta de segurança (SOAR), o que aumenta a eficiência operacional e reduz o erro humano.

Práticas recomendadas para fortalecer a segurança de endpoint

Para lidar com lacunas estratégicas, é necessária uma estratégia abrangente que inclua tecnologia, políticas e pessoas. Aqui estão algumas práticas recomendadas que as organizações devem considerar:

  1. Implemente a autenticação multifatorial (MFA): a MFA reduz drasticamente o risco de acesso não autorizado, exigindo várias etapas de verificação. De acordo com a Microsoft, a MFA bloqueia mais de 99,9% dos ataques de comprometimento de contas. A aplicação da MFA em todos os terminais, incluindo serviços em nuvem e VPNs, é fundamental em ambientes distribuídos.

  2. Atualize e aplique patches regularmente nos sistemas: garantir que todos os dispositivos de endpoint recebam atualizações de segurança em tempo hábil elimina vulnerabilidades que os invasores poderiam explorar. Ferramentas automatizadas de gerenciamento de patches podem otimizar esse processo, especialmente ao gerenciar um grande número de dispositivos em vários locais.

  3. Realizar treinamento contínuo em segurança: capacite os funcionários com conhecimento sobre phishing, engenharia social e práticas seguras de trabalho remoto. O treinamento deve ser contínuo e adaptável ao cenário de ameaças em evolução, incorporando gamificação e módulos interativos para manter o envolvimento.

  4. Implante soluções de detecção e resposta de endpoint (EDR): as ferramentas EDR fornecem monitoramento em tempo real e recursos de resposta automatizada para neutralizar rapidamente as ameaças. Elas permitem que as equipes de segurança investiguem incidentes minuciosamente e tomem medidas corretivas com rapidez.

  5. Estabeleça políticas claras de trabalho remoto: defina protocolos aceitáveis de uso de dispositivos, manuseio de dados e relatórios de incidentes para manter padrões de segurança consistentes. As políticas também devem abordar o uso de Wi-Fi público, dispositivos pessoais e requisitos de criptografia de dados.

  6. Utilize redes privadas virtuais (VPNs) e Secure Access Service Edge (SASE): as VPNs criptografam os dados em trânsito, protegendo as comunicações entre terminais remotos e redes corporativas. As estruturas SASE aumentam ainda mais a segurança ao combinar funções de rede e segurança em um serviço fornecido na nuvem, otimizando o desempenho e a proteção.

  7. Implemente verificações de integridade do dispositivo e aplicação da conformidade: antes de conceder acesso, os sistemas devem verificar se os dispositivos atendem aos padrões de segurança, como ter software antivírus atualizado e firewalls ativados. Dispositivos não conformes podem ser colocados em quarentena ou restritos para minimizar o risco.

Olhando para o futuro: o futuro da segurança de terminais em forças de trabalho distribuídas

A transformação digital em andamento e os modelos de trabalho híbridos exigem uma mentalidade proativa em relação à segurança de terminais. À medida que as ameaças cibernéticas continuam a evoluir, o mesmo deve acontecer com as estratégias que protegem os ativos críticos. As organizações que priorizam a análise estratégica de lacunas e aproveitam recursos especializados estarão melhor posicionadas para proteger suas equipes distribuídas.

Tendências emergentes, como a integração de dispositivos da Internet das Coisas (IoT) em ambientes de trabalho e o surgimento da computação de ponta, introduzem novas complexidades. Cada dispositivo conectado representa um ponto de entrada potencial, e proteger esses terminais requer abordagens especializadas, incluindo segmentação de rede e monitoramento contínuo de dispositivos.

Ao fazer parceria com provedores de serviços de TI confiáveis e adotar tecnologias de ponta, as empresas podem construir estruturas de segurança de endpoint resilientes que oferecem suporte à agilidade e ao crescimento. A mudança da segurança reativa para a proativa não é apenas uma tendência, mas um requisito fundamental no mundo interconectado de hoje. Essa postura proativa envolve antecipar ameaças, automatizar defesas e promover uma cultura em que a segurança é responsabilidade de todos.

Em resumo, repensar a segurança de terminais para ambientes de equipes distribuídas envolve compreender os desafios únicos, identificar lacunas estratégicas e implantar soluções abrangentes. Adotar essa abordagem garante que as organizações permaneçam seguras e competitivas em um cenário cada vez mais descentralizado. À medida que as forças de trabalho distribuídas se tornam a norma, e não a exceção, a segurança robusta de terminais será um facilitador essencial da continuidade dos negócios e da inovação.

Felix Rose-Collins

Felix Rose-Collins

Ranktracker's CEO/CMO & Co-founder

Felix Rose-Collins is the Co-founder and CEO/CMO of Ranktracker. With over 15 years of SEO experience, he has single-handedly scaled the Ranktracker site to over 500,000 monthly visits, with 390,000 of these stemming from organic searches each month.

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